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Sobre os quadrantes solares a luz e a sombra, o céu e a terra, o tempo e o espaço celebram silenciosamente seu encontro.
Trata-se indiscutivelmente de entitades físicas, mas também de imagens primordiais que representam princípios opostos.
De modo que, além da sua prerrogativa instrumental, os quadrantes solares tornam-se a projeção de um lugar mental no qual tais arquétipos antitéticos reunem-se.
E algo em nós se satisfaz deste rito reconciliante.
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